segunda-feira, 16 de maio de 2016

O Programa de Rádio da Rede AT está chegando!



Gravação da entrevista com a professora Claudia Pessoa

Por: Joalva Moraes


O projeto Nas Ondas da Rede  tem a pretensão de  realizar, durante o ano letivo de 2016, 10 programas temáticos, de 5 minutos, com abrangência nas áreas do conhecimento, das diversas disciplinas escolares, numa perspectiva inter e transdisciplinar. Serão utilizadas, como meio de distribuição, a web, através do Ambiente Educacional Web, e a Rádio Educadora FM, em parceria com o Instituto de Radiodifusão da Bahia/IRDEB.

Gravação da enquete com estudantes do Colégio de Aplicação
Anísio Teixeira

O programa será dividido em três quadros, contando com a participação de estudantes e professores das escolas públicas baianas, em enquetes e entrevistas. Também serão apresentadas dicas culturais, trazendo lugares e filmes que tenham relação com o tema do episódio.

Gravação da entrevista com o professor Milton Moura

O piloto terá como tema o Dois de Julho. Os demais vão tratar de: O “Internetês” como língua virtual/real; As águas da cidade e o problema da poluição; Nas ondas do rádio. O que é o rádio e como funciona; O que é o dinheiro?; Os estrangeirismos (palavras de outras línguas incorporadas ao português brasileiro); A cultura da perfeição e os cuidados com o corpo; A geografia de Salvador: entre vales e ladeiras; Os alimentos e sua química; Salvador e seu  desordenado crescimento urbano (transportes, violência, saúde).


As entrevistas já começaram a ser gravadas e logo mais estaremos no ar. Aguardem!


segunda-feira, 18 de abril de 2016

IAT Oferece Formações para Professores e Estudantes em Vitória da Conquista

Estudantes participando da Oficina de Interpretação Cênica

Até o próximo dia 24 de abril, professores e estudantes da rede estadual de ensino, poderão realizar as inscrições para as formações ofertadas pelo Instituto Anísio Teixeira (IAT), por meio do Programa de Difusão de Mídias e Tecnologias Educacionais - Rede Anísio Teixeira. As atividades, que serão realizadas em Vitória da Conquista, buscam estimular o uso de software livre na educação, bem como a preparação dos participantes para a interpretação cênica e produção audiovisual.

As Oficinas de Interpretação Cênica e Produção de Vídeos Ficcionais, que serão realizadas em parceria com o Centro Juvenil de Ciência e Cultura, entre os dias 02 a 13 de maio, têm como proposta formar multiplicadores e produtores do fazer audiovisual por meio da preparação de professores e estudantes para a produção e interpretação de vídeos ficcionais nas escolas. Estas oficinas acontecem de segunda a sexta-feira, durante duas semanas. A inscrição pode ser feita nos links abaixo.
Já a formação Memórias e Identidades, promovida em parceria com a Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (Facom/Ufba), busca formar estudantes e professores para a produção de vídeos documentais que valorizem e reafirmem a cultura e identidade das comunidades em que estão inseridos. As inscrições devem ser feitas, no link abaixo, por grupos de até cinco pessoas, sendo quatro estudantes e um professor. A formação acontece de 29 de abril a 17 de junho, sempre às sextas e sábados.

Formulário - Formação Memórias e Identidades
Baixe as chamadas públicas para mais informações

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Participação da Rede AT na CIPÓ - Comunicação Interativa



Olá, Companheir@s!

Escrevo aqui um breve relato sobre a participação da Rede Anísio Teixeira nesta quarta, 13 de abril de 2016, no Planejamento Estratégico da Cipó –Comunicação Interativa.




Essa organização não governamental vem desenvolvendo seu planejamento estratégico 2016, mediante realização de painéis com temas predefinidos e com a participação de convidados externos. Nossa Rede, nesse momento, representada por mim e pelo companheiro Geraldo Seara, participou do quarto painel, debatendo em uma mesa cujo tema foi “Educação Tecnologia e Políticas Públicas”. Conosco, na discussão, estavam também Fábio Meireles do Instituto Inspirare e Maria Reuder, educomunicadora e representante da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. Saliento que fomos muito bem recebidos por Fernanda Colaço e toda equipe Cipó.




Nesse encontro, discutimos questões ligadas ao PNE (Plano Nacional de Educação), que tem vigência até 2024 e, sobretudo, a necessidade de acompanharmos o cumprimento de suas diretrizes, metas e estratégias, assim como de atentarmos para as duas Conferências Nacionais de Educação e de participarmos das mesmas, através das prévias regionais, estaduais e municipais, que acontecerão até o fim desse decênio do PNE. Considerando o tempo do evento, foram colocadas em pauta apenas algumas diretrizes, sendo elas: III, IV, VII, VII e X que foram debatidas dentro do contexto mais voltado para o nosso trabalho, na perspectiva tecnológica, colaborativa, de respeito à diversidade, à liberdade e responsabilidade de expressão, à democratização da comunicação e ao direito de se ter uma Educação de qualidade para todos. Nessa linha, a discussão transcorreu, também, sobre o uso das tecnologias, sobretudo as digitais, no que diz respeito à melhoria da Educação, considerando os processos formativos, de produção de conteúdos educacionais e compartilhamento destes.




Durante o evento, apresentamos a Rede AT, seus projetos e filosofia. O retorno foi muito positivo e todos ficaram entusiasmados. O AEW empolgou e, mais uma vez, o vídeo do Caboclo Marcelino fez sucesso. O fato de trabalharmos, fomentarmos e potencializarmos o uso de softwares e licenças livres foi muito bem visto e significativo, nesse contexto. Após cinco horas de evento, saímos de lá com a certeza que estamos em um caminho bastante significativo. A Cipó está muito interessada em continuar dialogando com a Rede Anísio Teixeira e sinalizou desejo em articulações futuras.



Sem mais para o momento, deixo um forte abraço.

As fotos foram clicadas por Geraldo e por mim.

Força e sensibilidade sempre!



Marcus Leone 
Professor e produtor de conteúdos educacionais livres da Rede Anísio Teixeira 
Coordenador pedagógico de tecnologias educacionais CGTI/SEFUC-Camaçari

terça-feira, 22 de março de 2016

Memórias e Identidades: Produção Formativa de Vídeos Educacionais


Turma da Formação no CJCC de Salvador  - Foto: Téo Batista
Por: Fátima Coelho

A necessidade do homem em expressar-se e ultrapassar os limites da memória fez com que, em 1826, surgisse a fotografia e posteriormente, a imagem em movimento, o cinema!

Memórias e Identidades: Produção Formativa de Vídeos Educacionais é uma formação do programa Rede Anísio Teixeira - REDE AT/TV em parceria com a Universidade Federal da Bahia – UFBA, através da Faculdade de Comunicação - FACOM e os Centros Juvenis de Ciência e Cultura – CJCC. Este curso surge com o desejo de capacitar técnica e pedagogicamente educadores e estudantes de forma individual e coletiva, estimular o uso de softwares e de licenças livres na produção audiovisual, promover um diálogo sobre o uso ético e seguro das TIC e incentivar a produção de vídeos por estudantes e educadores da rede estadual de ensino, tendo o olhar voltado para a valorização das suas culturas e das realidades das comunidades onde moram ou estudam.

O Profº Leonardo Reis, em 2015, apresenta para o público universitário a disciplina Memória Social e Identidades: audiovisual como tecnologia social em educação, com o intuito de abraçar estudantes de diversas áreas que possuam afinidades com o audiovisual. Esses alunos participam como monitores em todas as etapas da formação, de acordo com as habilidades e apetências individuais.

Professor Leonardo Reis, UFBA-Facom - Foto: Téo Batista


São realizados filmes com o tempo de 4', em Formações de 40h, que abordam o tema do audiovisual, da cultura, da história, do inventário cultural e da memória como eixo gerador de conhecimento, como diz Profº Severino:

[...] a ideia é aproximar o saber da Universidade com a experiência da escola e lidar um pouco com isso que a gente chama de memória social, esse entorno da escola, juntas, estas categorias tão interessantes que formam: memória e identidade, audiovisual e Educação [...]

Jesús Barbeiro, pesquisador latino-americano contemporâneo, alicerça este pensamento no que se refere a "descentralização", a "deslocalização e destemporalização" com relação às diversas leituras e o saber:

[...] O saber transcende, sobretudo, aquele que sempre foi seu eixo durante os últimos cinco séculos: o livro. Um processo que quase não teve mudanças desde a invenção da imprensa, sofre, hoje, uma mutação de fundo, devido a aparição do texto eletrônico. [...]
[...]
A deslocalização implica a disseminação do conhecimento, isto é, a atenuação das fronteiras que o separavam do saber comum. [...]
A disseminação designa o movimento de atenuação tanto das fronteiras entre as disciplinas do saber acadêmico, quanto entre esse saber e os outros. [...]
[...]
[...] A única saída encontra-se na articulação de conhecimentos especializados com aqueles que provêm da experiência social e das memórias coletivas. (BARBERO, 2008, p.237 – 239).


Os filmes documentais realizados durante o curso de Memórias e Identidades: Produção Formativa de Vídeos Educacionais valorizam e preservam diferentes formas de expressão por ter como base o texto fílmico que aproxima, enriquece, aflora sentimentos e desenvolve a capacidade de ver e interpretar o mundo, isto é, “o ver por dentro” que será exposto para o ambiente escolar ou o expectador, ampliando os horizontes culturais de crianças, jovens e adultos.

Apresentação das produções da Formação no 4º Encontro Estudantil
Foto: Leila Cruz

O cinema na sala de aula é o que o nosso trabalho potencializa. É a sétima arte[1], aproximando a realidade cotidiana e seus modos de aprendizagem, mensagens, informações e comunicação com o intuito de valorizar a cultura em toda a sua abrangência. Memórias e Identidades: Produção Formativa de Vídeos Educacionais pretende, também, ser um instrumento de trabalho, no sentido da ação, entre todos os possíveis interlocutores, todos contemplados na sua realização, através da pluralidade do audiovisual, transformando imagens que se revelam ao serem reveladas aos nossos sentidos. Dessa forma, entende-se que tanto o cinema como a educação são processos sociais com implicações que vão para além do aprender e do lazer.

Assim, o uso dessa arte nos espaços educativos não traz certezas, ao contrário, traz uma abertura para que o educar seja processo advindo da potência criativa presente em cada sujeito – educando ou educador, sujeito autônomo, que constrói sua história, a partir das suas experiências sociais. Afinal, toda ação é uma criação!


Referências:

MARTÍN-BARBERO, Jesús. Saberes hoje: disseminações, competências e transversalidades. In: RIBEIRO, Ana Paula Goulart; HERSCHMANN, Micael (orgs.). Comunicação e História: interfaces e novas abordagens. Rio de Janeiro: Mauad X, Globo Universidade, 2008. p. 237-252.



[1] A expressão "sétima arte", foi criada em 1912 pelo italiano Ricciotto Canuto.para designar o cinema. Disponível endereço eletrônico < http://pt.wikipedia.org/wiki/Manifesto_das_Sete_Artes > Acesso em: mar. 2016





segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Rede AT no combate ao Bullying


Por Geraldo Seara

O Programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying) passou a vigorar em todo o território nacional, a partir da promulgação da Lei 13.185, de 6 de novembro de 2015. A Rede Anísio Teixeira tem colaborado com a questão, produzindo conteúdos audiovisuais que podem ser utilizados em sala de aula como disparadores de discussões sobre o tema. O Bullying é coisa séria e precisa ser combatido por todos os segmentos da sociedade. E como a escola é o espaço onde todas as tribos se encontram, melhor lugar não há para detectar, investigar e combater essa prática que causa tanto sofrimento aos que são intimidados cujos danos aumentam ainda mais ante atos de omissão. Assista ao episódio Respeito é bom da série Cotidiano e mãos à obra. Todos os vídeos podem ser facilmente baixados para um pendrive.

Cena de intimidação do episódio Respeito é bom.

Na série Diversidades, como o próprio nome sugere, reunimos estudantes, professores e especialistas em debates que servirão de base para o enfrentamento às intimidações sistemáticas que muitos sofrem no dia a dia.

Diversidades: a série que discute o que somos

Visite o Ambiente Educacional Web e entre em contato conosco. Todo o acervo está disponível sob licença Creative Commons. Isto quer dizer que tudo está liberado para ser copiado, modificado, compartilhado, sem a necessidade de pedir autorização aos seus criadores. Clique nos links e fique por dentro!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Preconceito não!


Por Geraldo Seara



Apesar de tantos apelos, ainda convivemos, diariamente, com situações de preconceito explícito que não deveriam mais existir. A Rede Anísio Teixeira tem se empenhado na produção, catalogação e difusão de conteúdos que, entre outros alcances educativos e educacionais, possam promover reflexões sobre a nossa formação etnorracial, sobre as questões de gênero e de inclusão. Essas questões podem ser percebidas nos programas e séries produzidos e nos demais conteúdos digitais catalogados no Ambiente Educacional Web.

Dada a possibilidade de caminharmos por vários dos Territórios de Identidade da nossa terra, temos tido o privilégio de ver e ouvir outros modos de ser e de contar histórias, desfazendo mitos e preconceitos. Aliás, sobre isso, durante o período que passamos em Olivença, setembro passado, para o Seminário e Caminhada Caboclo Marcelino, gravamos um videoclipe para a música Preconceito Não, composta pelo estudante Carlos Alberto Pereira de Araújo Junior, da Escola Indígena Tupinambá de Olivença. O vídeo acaba de sair do forno e já consta na lista de professores para uso pedagógico! Parabéns aos integrantes de Banda JM.


quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Atividades Integradoras


Por Geraldo Seara

A nossa caminhada em Educação, atuando na Rede Anísio Teixeira, principalmente na formação de estudantes e professores, nos tem deixado mais conscientes da importância da diversificação de atividades no interior das escolas que promovam a integração dos saberes ali construídos. Há muitos colegas que concordam com isso e que transformam em notas o desempenho dos estudantes nessas outras atividades, mesmo sem sua supervisão direta, por perceberem o ganho na sala de aula, quando eles retornam.

Esta semana, realizamos uma avaliação com os estudantes (de várias escolas) que foram preparados pela Rede AT, para realizarem a cobertura colaborativa do 4° Encontro Estudantil. Pretendíamos ver, pelos olhos e ouvidos deles, o mundo que se reuniu na Arena Fonte Nova, naqueles 3 dias. Na avaliação, ouvimos que alguns de seus professores lhes atribuíram notas, por terem participado do evento. Parabenizamos os colegas pelo reconhecimento da importância das atividades extra-classe, nas quais o conhecimento construído na sala de aula pôde ser posto em prática. Abaixo, um dos trabalhos desses jovens.



No curso de Interpretação para TV e Produção de Vídeos Estudantis não é diferente. Realizado em Salvador e em algumas cidades do interior do estado, o resultado é sempre surpreendente, confirmando que precisamos, cada vez mais, de atividades integradoras, que promovam descobertas dos significados de estudar. Que os estudantes percebam, na prática, a razão de existir dessa ou daquela disciplina do currículo escolar.

Trago, como exemplo, o ocorrido na formação realizada em Formosa do Rio Preto na qual um estudante apresentou uma certa dificuldade na interpretação do papel do rei Henrique VIII. O jovem foi orientado a pesquisar sobre o famoso rei e isso resultou num melhor desempenho. Ou seja, o conhecimento sobre um fato histórico contribuiu na construção da personagem. Assim, a depender do papel a interpretar ou da função a desempenhar na equipe de produção, os estudantes são levados a pesquisar, até porque são eles que escrevem o roteiro e providenciam os elementos cenográficos necessários.

Os educadores que participam da formação ratificam isso. Nas palavras da professora Jucileide Teixeira (vide documentário abaixo), do Colégio Estadual Frei José da Encarnação, Jacobina, "o curso atua naquilo que chamamos a atenção na sala de aula". Para a professora Valdeci Costa, diretora dessa mesma unidade, o desafio de encontrar soluções para manter o interesse dos estudantes é grande, já que passam sete horas com eles, por se tratar de uma escola de tempo integral. 

Pra não soar como louvor em boca própria (rs...), vejam:





Veja também  outros vídeos do curso.

Visite o Ambiente Educacional Web


A todas e todos que têm acreditado no nosso trabalho, muito obrigado, de coração.

Que tenham um Feliz Natal e um Ano Novo com grandes realizações.

Até 2016!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Memorial do TOPA: A Arte de Lembrar - 4º Encontro Estudantil




Posted on by Cobertura Colaborativa Estudantil

Por: Joalva Moraes

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Memorial do TOPA: A Arte de Lembrar. Foto: Bira Mendes


Olá, pessoal!

Passeando pelo 4º Encontro Estudantil, encontrei um espaço dedicado ao projeto que luta contra o analfabetismo em nosso estado, o Memorial do TOPA: A Arte de Lembrar. O TOPA (Todos pela Alfabetização) existe desde 2007 e já contribuiu com mais de um milhão de jovens, adultos e idosos a aprenderem a ler e escrever.

No Memorial, podemos encontrar material didático utilizado pelos alfabetizadores, fotos, trabalhos escolares e artesanato feito pelos estudantes, além de outros itens que ajudam a contar a história do TOPA. Branca Queiroz, assessora da Superintendência, informou que o projeto está presente em todos os municípios baianos, funcionando em salas de aulas de Unidades Escolares ou em espaços cedidos por outras instituições ou pessoas que abraçaram esse causa.

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Fotos e artesanatos – Memorial do TOPA. Foto: Bira Mendes.


Já foram mais de 30 mil pessoas formadas para atuar como alfabetizadoras e coordenadores, afirmou Célia Coelho, coordenadora pedagógica do TOPA. Segundo ela, a iniciativa ganha força com a parceria dos movimentos sociais: “Fazemos um evento chamado Escuta Aberta, lá esses parceiros nos ajudam a gerir esse projeto que tem um caráter de inclusão, emanciapação, fazendo valer o direito à educação”.

Jandeci Carvalho, de Alagoinhas, é uma alfabetizadora entusiasmada: “Tenho orgulho de participar desse projeto, apesar das dificuldades”. A sala de aula de Jandeci é a garagem de sua casa, onde 18 alunos já encontram-se letrados. Vilma Lima é um deles. Depois de criar e formar seus três filhos, trabalhando como faxineira de uma escola, aos 60 anos, ela resolveu investir em si mesma: “Eu sempre limpei quadro, mas escrever nele, só agora”.



Joalva Moraes é professora e jornalista da Rede/TV Anísio Teixeira, IAT, Secretaria da Educação.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Continuamos no 4° Encontro Estudantil


Nesta reportagem, conhecemos alguns detalhes das "Mesas de Interesse Juventude e Mundo do Trabalho". Temas contemporâneos e a inserção do jovem no mercado de trabalho foram alguns assuntos abordados. (Tayline Alves)




Nesta [outra] reportagem, mostramos alguns detalhes da Tenda Digital, como a Mostra Fotográfica Faces da Escola, a Culminância Memórias e Identidades: Produção Formativa de Vídeos Educacionais, o Palco Livre, o Espaço Conectados. Ainda tem uma breve entrevista com o professor da Faculdade de Educação da UFBA, Nelson Pretto. (Tayline Alves)




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Vem pra Arena! Hoje é o último dia!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Estamos no 4° Encontro Estudantil



A Arena Fonte Nova recebe, mais uma vez, estudantes e professores de todo o estado, num grande evento, o 4° Encontro Estudantil. A Rede Anísio Teixeira se faz presente com a 3ªTenda Digital, um espaço aconchegante e atraente no qual os visitantes podem acessar todas as nossas produções, além de poderem se apresentar, livremente, no Palco Livre.

Para um evento dessa grandeza, a Rede AT preparou alguns estudantes para a cobertura jornalistica do evento. Veja quem são e o que aprenderam a fazer.




E você? O que está esperando. Vem pra Arena!

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