sábado, 8 de agosto de 2015

Rede AT em Côcos - BA


Por Geraldo Seara

A Rede Anísio Teixeira realiza formação no Colégio Estadual de Côcos, município do Oeste baiano, quase na fronteira com o estado das Minas Gerais.

Centro de Côcos. Foto: Geraldo Seara

Côcos é uma cidade hospitaleira, cujo povo recebe com alegria seus visitantes. A receptividade dos estudantes e professores do colégio não foi diferente, transformando os momentos da formação em um grande encontro, igual ao de velhos amigos.

Andar nas ruas da cidade é como visitar um grande celeiro cultural, feito de pessoas de vários sotaques, que põem cadeiras na porta da rua, ao entardecer e que dizem “trem” e “uai”. Também pudera! A cidade está a poucos quilômetros da fronteira com os estados das Minas Gerais e de Goiás. Fazem parte do povo do lugar, também, paulistas, gaúchos, dentre as várias origens, contribuindo para a sonoridade das falas. 


Estudantes a caminho do set de filmagem. Foto: Geraldo Seara

Desde 29 de julho, os estudantes e professores têm mergulhado na interpretação e no mundo audiovisual, através de uma das ações da Rede Anísio Teixeira que é a de formação. O curso, intitulado Intensivo de Interpretação e Produção de Vídeos Estudantis, instrumentaliza os participantes para outras leituras e escritas, tendo a câmera como lápis e a tela como papel. Em Côcos, também participaram do curso o professor Fábio, a professora Edilce e o funcionário Renan.


Prof. Nildson, prof. Edilce, prof. Fábio juntos com os estudantes, 
durante o curso

O curso é constituído de 4 etapas, sendo a primeira de contato com a escola, realizado por Marta Helena, para inscrições e seleção dos participantes. A seguir começamos um minicurso a distância, para a construção de argumentos e roteiros, mediado pelo professor Marcus Leone (Roteiro). As etapas seguintes - presenciais - são conduzidas pelos professores Nildson B. Veloso (Interpretação), eu, Peterson Azevedo e Rodrigo Maciel (Realização). 

 
Elenco de A História de um Sítio. Foto: Luana Nunes

A história escolhida pelo grupo conta um pouco da situação em que se encontra o sítio arqueológico, localizado na Fazenda Tatu, no município de Côcos, local que necessita da atenção das autoridades para a preservação da memória dos seus antigos e primeiros habitantes, estes expulsos do lugar. Assim, além de aprenderem mais sobre a própria história, os estudantes pretendem realizar uma intervenção na situação atual do sítio, visando à preservação desse valioso patrimônio.


Equipe de Arte confeccionando uma saia. Foto: Geraldo Seara

Nesta etapa de realização os estudantes se escalam para as várias funções no set, contribuindo com o que têm mais afinidade. Uns se encarregam do roteiro, outros da produção, outros do figurino e assim por diante. É no set, com a prática, que o aprendizado se consolida.


Making of de A História de um Sítio. Foto: Geraldo Seara

Equipe de Maquiagem. Foto: Geraldo Seara

Aderecista. Foto: Geraldo Seara
Indígenas a postos para a gravaçao. Foto: Geraldo Seara
Os capangas prontos para atuar. Foto: Geraldo Seara

Maquiagem para uma das cenas mais dramáticas

E começam as gravações. Atrás das câmeras, os que não estão em cena, mas todos precisam ficar atentos. Observar, fotografar e fazer anotações continuam valendo. É por isso que temos como ilustrar esta postagem.


Making of de A História de um Sítio. Foto: Luana Nunes

Professor Peterson Azevedo. Foto: Geraldo Seara

No set, o conteúdo das aulas se revela. Foto: Luana Nunes
 
Professor Rodrigo Maciel no Making of de A História de um Sítio. Foto: Luana Nunes

Cena de A História de um Sítio. Foto: Luana Nunes


O tempo todo contamos com o apoio irrestrito da diretora do colégio, a professora Carliene Oliveira e do professor Fabio, sempre atentos e a postos para contribuir na produção do filme, do transporte à alimentação... Abaixo, Carliene ajuda a preparar os cartazes para a cena final. Além disso, a diretora fez uma participação especial, interpretando a escrivã do cartório. O professor Fábio interpretou o personagem que se apossou das terras dos indígenas.


O professor Fábio Lopes orientou a construção das frases
Foto: Geraldo Seara

A diretora Carliene produzindo material para a cena final
Foto: Geraldo Seara
Finalizamos nossas gravações com a cena da manifestação pública, para chamar a atenção das autoridades sobre a urgente necessidade de reverter o quadro de abandono do Sítio Arqueológico de Côcos.


Making of da manifestação nas ruas de Côcos. Foto: Carliene Saoli

Pose na porta da prefeitura

Às margens do rio Itaguari, gravamos entrevistas com o professor Fábio e a diretora Carliene. Seus depoimentos puseram mais peso de responsabilidade sobre nossos ombros, junto com doses de ânimo e otimismo para continuarmos nossa jornada. Só temos a agradecer por tudo o que colhemos aqui e, em nome da Rede AT, abraçamos a todos do Colégio Estadual de Côcos que estiveram, direta ou indiretamente envolvidos na produção. Destaque para as merendeiras cuja dedicação e temperos não nos deixaram fraquejar.


A diretora Carliene, em entrevista à equipe da Rede AT
Foto: Fábio Lopes


O professor Fábio Lopes, em entrevista à equipe da Rede ATFoto: Carliene Saoli



Próxima parada: Senhor do Bonfim - BA. Obrigado, Senhor por pessoas tão generosas e empenhadas!

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Dinah Gonçalves e Aplicação produzindo juntos

Por Geraldo Seara

Exercício de fé cênica

Estudantes dos colégios estaduais Dinah Gonçalves e Aplicação Anísio Teixeira finalizam esta semana a participação no Curso Intensivo de Interpretação para TV e Produção de Vídeos Estudantis.  




A duração atual do curso é de 3 semanas, sendo, os primeiros 5 dias, a distância. Nessa etapa, os estudantes trabalham com a construção de argumentos e roteiros, sob a orientação do professor Marcus Leone. As atividades das semanas seguintes são totalmente presenciais, com aulas práticas de interpretação, ministradas pelo professor Nildson B. Veloso, vindo, em seguida, aulas de noções técnicas sobre a produção audiovisual, sob orientação dos professores Carlos Barros (áudio), Peterson Azevedo (linguagem cinematográfica), Rodrigo Maciel (gravação) e este que lhes escreve (noções de edição).




Deste modo, além de exercícios práticos de improviso diante das câmeras, os estudantes experimentam os bastidores de um set real de filmagem. O revesamento precisa ser negociado, já que todos querem pôr a mão na massa e, assim, as apetências e competências vão sendo descobertas, durante o processo. Alguns se encaixam muito bem na parte técnica, operando câmeras e gravadores de som.




O resultado desse processo é imensurável. Desde a escrita e leitura dos argumentos - do modo convencional (tinta sobre papel) -, os estudantes experimentam a transposição para outras formas de registro, com a câmera no lugar do lápis e a tela no lugar do caderno. Desse modo, o senso crítico se aguça, dada a potencialidade do meio audiovisual, modificando a percepção de mundo e de si mesmos.





Na ilha de edição, os registros podem resultar em dois vídeos: um documentário sobre todo o curso, extraído principalmente das câmeras que circulam pelas mãos dos estudantes, durante o processo,  e uma ficção - a do roteiro escolhido pelo grupo,dentre os vários construídos.








Estudantes do Col. Est. Dinah Gonçalves

Saiba mais sobre o curso, clicando aqui. Veja reportagem da Unidade de Comunicação do IAT aqui. Para reportagem da Ascom, acesse aqui.



terça-feira, 19 de maio de 2015

Curso de interpretação para os Tupinambá


por Geraldo Seara


No semestre passado, desembarcamos nas terras do sul da Bahia para um grande encontro. Na bagagem, planos de aula e equipamentos de captura de imagem e som. Na cabeça, histórias que os livros ainda contam, com os recortes de quem manipula os fatos. Como de todo encontro ninguém sai o mesmo, tanto nós quanto eles desfizemos essas histórias únicas e perigosas, como nos adverte a escritora africana Chimamanda Adichie. Nossa bagagem voltou mais cheia.Voltamos nutridos de uma outra História, bem diversa daquela que certas mídias perpetuam. Formamos atores e eles nos formaram colaboradores.

Depois de uma semana de exercícios intensos de interpretação, na hora de escolher qual história gravar, os Tupinambá não tiveram dúvida. Foi assim que o Caboclo Marcellino surgiu, contrastando as páginas dos jornais locais que, desde 1936, insistem em contar uma única versão. Agora, de posse dos recursos audiovisais, mais pessoas podem se informar sobre o herói nativo da terra que, pelo fato de saber ler e escrever, foi considerado bandido, um perigo até para o seu próprio povo. Durante o tempo da perseguição, ao ver seus parentes mortos e torturados para que informassem o seu paradeiro, o Caboclo Marcelino se entregou. Hoje, ninguém sabe o seu paradeiro. Foi essa a história que quiseram contar. E contarão muitas mais... O A TARDE Educação fez questão de tratar do assunto. Veja aqui.

Abaixo, um pouco do processo de formação e produção:

sexta-feira, 17 de abril de 2015




A Secretaria de Educação do Estado da Bahia, através do Programa Rede Anísio Teixeira (REDE AT) e dos Centros Juvenis de Ciência e Cultura (CJCC), em parceria com a Faculdade de Comunicação da Universidade Federal do Estado da Bahia (FACOM-UFBA) apresenta a ação Memórias e Identidades: Produção Formativa de Vídeos Educacionais. Através da oferta de formações práticas para produção de vídeos a ação tem o objetivo de incentivar a produção de vídeos por estudantes e professores da rede pública estadual de ensino, com o olhar voltado para a valorização das suas culturas e das realidades das comunidades onde moram ou estudam.

A ação será apresentada oficialmente para a comunidade escolar no dia 27 de abril, às 14 horas, no Auditório do Colégio Central em Salvador, com palestra do Profº José Roberto Severino – FACOM-UFBA, sobre o tema memória e identidade. Os estudantes interessados em participar da formação terão pontos acrescidos no processo de seleção se estiverem presentes no evento.

Os grupos interessados em participar da formação deverão submeter suas ideias de produção audiovisual no formulário (http://bit.ly/memoriaseidentidades) de 13 a 28 de abril. Os grupos devem conter até 5 componentes e podem ser formados  por estudantes e professores. O resultado do edital será divulgado no Portal da Educação (www.educacao.ba.gov.br) no dia 30 de abril.
A formação ocorrerá no período de 04 maio a 15 de junho 2015 (sempre às segundas-feiras) na sede do Centro juvenil de Ciência e Cultura (CJCC) – Colégio Central – Salvador, e terá carga horária total de 40 horas. Toda a ação será mediada por professores da UFBA, que orientarão os participantes para a produção dos vídeos. Ao final do projeto, será realizada uma mostra com os produtos audiovisuais da formação, que deverão ter licença livre (Creative Commons) e serão disponibilizados no Ambiente Educacional Web do Portal da Educação (ambiente.educacao.ba.gov.br).

Cronograma
  

Etapa
Período
Inscrições
13 a 26 de abril
Evento de lançamento do edital
27 de abril
Divulgação dos Resultados
28 de abril
Período da Formação
04 a 15 de junho
Mostra Memórias e Identidades: Produção Formativa de Vídeos Educacionais
6 a 10 de julho

LANÇAMENTO DO PROJETO MEMÓRIAS E IDENTIDADES: PRODUÇÃO FORMATIVA DE VÍDEOS EDUCACIONAIS

Data: 27 de abril de 2015
Horário: 14h
Local: Auditório do Colégio Central – Nazaré - Salvador


Horário
Programação
Facilitador
14h
Programação Cultural
Manifestação artística - Colégio Central
14h30
Mesa de Abertura
CJCC / FACOM / REDE AT / IRDEB
15h00
Apresentação do Projeto
UFBA
15h30
Palestra – Memórias e Identidades: Produção formativa de vídeos educacionais
Profº José Roberto Severino
17h
Encerramento

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Indígenas do Centro-Oeste Baiano Lutam pelo Reconhecimento


Cacique Albertina do Nascimento (Tapuia) e seu neto prontos para o Toré
Foto: Joalva Moraes 
Por: Joalva Moraes

A pele é acobreada, os cabelos negros, olhos puxados, vivem da pesca e dançam o ritual do Toré. Essas características não deixam dúvidas de que grupo étnico estamos tratando. Sim, eles são indígenas, mas ainda lutam pelo reconhecimento. Na região do Centro-oeste baiano, existem duas etnias que se encontram nessa situação. São eles: os Potiguara e os Tapuia.

Originários da Paraíba, os Potiguara, da região do São Francisco, são uma grande família constituída pelo Sr. Antonio França e sua esposa. Maria Leda dos Santos, filha do casal, hoje é a cacique. É ela quem lidera as empreitadas burocráticas em busca do reconhecimento à condição de povo indígena. Devido à distância e ao tempo de afastamento, a cultura potiguara foi esquecida, por isso eles entendem que estreitar relações com os parentes paraibanos é imprescindível para resgatar elementos culturais de suas raízes.

Sr. Antonio, cacique Leda e família

Já os Tapuia fazem questão de manter viva suas tradições, ainda que desprovidos de aldeia. A cacique Albertina do Nascimento ensina aos seus filhos e netos a cultura que foi passada pelos seus antepassados. Os irmão da cacique estão espalhados por cidades baianas e de outros estados, a esperança é de que, após o reconhecimento, eles conquistem a sonhada terra e possam reunir, novamente, todos da família. Enquanto isso não acontece, os Tapuia pescam no São Francisco para sobreviver, moram num povoado com população híbrida (índios e não índios) e recorrem à aldeia vizinha dos Kiriri para praticarem seus rituais sagrados.

Cacique Albertina Tapuia - Foto:
Joalva Moraes

No Centro-oeste da Bahia, estão os Tuxá e Kiriri, já com terras legalizadas, os Pankaru (descendentes dos Pankararu, de Pernambuco) que aguardam a entrega de suas terras e os Tapuia e Potiguara que se encontram em fase de reconhecimento. Apesar das lutas particulares, todas essas etnias buscam as mesmas coisas: respeito, liberdade para praticar suas manifestações culturais e religiosas, moradia, educação diferenciada que valorize suas tradições, saúde e condições de trabalho, seja no cultivo da terra, na pesca ou artesanato. Que assim seja!

terça-feira, 24 de março de 2015

Cine Documental – Minha Escola, Meu Lugar – Colégio Ypiranga


Posted on by Joalva Moraes

O quadro Minha Escola, Meu Lugar, do programa Intervalo, apresenta a influência histórica e sociocultural de uma Unidade Escolar baiana com seu município ou seu bairro. Neste episódio, a escola evidenciada é o Colégio Estadual Ypiranga e o bairro Dois de Julho, em Salvador.

O Ypiranga funciona no histórico Solar do Sodré, datado do século XVII e tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1938. O poeta baiano Castro Alves (1847-1871) residiu nesse prédio nos seus últimos anos de vida. O tradicional bairro Dois de Julho, nome que registra a data da Independência da Bahia, está localizado no centro comercial de Salvador, mas guarda ares pitorescos de área residencial, além de possuir uma vista privilegiada para a Baía de Todos os Santos.

Professores, dirigentes escolares, alunos, ex-alunos, moradores antigos participam dessa produção, mostrando suas impressões acerca do Ypiranga e do bairro Dois de Julho. Este é um convite para você conhecer um pouco da história do Colégio Ypiranga e do bairro Dois de Julho. Aprecie!


terça-feira, 17 de março de 2015

Curso de interpretação e produção audiovisual no CPM

Por Geraldo Seara

CPM - estudantes em formação para o Hino.

Começou nesta segunda-feira, 16, e vai até o dia 27 de março, o Curso Intensivo de Interpretação para TV e Produção Audiovisual, para estudantes e professores do Colégio da Polícia Militar -Dendezeiros.


Professores Marcus Leone e Nildson B. Veloso: oficina no CPM

Nesta nova temporada de cursos, gravaremos o Teleteatro, série da TV Anísio Teixeira, a ser produzido totalmente nas dependências das escolas, contando com estudantes e professores que participam dos cursos. O resultado poderá ser visto na TVE e no Ambiente Educacional Web, em data a ser divulgada.


Prática de entrevista com o estudante Gabriel

O curso é dividido em etapas que se complementam, voltadas tanto para a interpretação diante das câmeras, quanto para a produção audiovisual do Teleteatro em si. Para tanto, os cursistas põem a mão na massa, desde a produção escrita de argumentos e roteiros até a operação das câmeras. Os roteiros para a série virão das próprias escolas, a partir de seus anseios e das leituras que estão fazendo.

Além da capital, o curso também será levado a 6 cidades do estado da Bahia.


Metalinguagem
Foto: Marcus Leone

Professores Geraldo Seara e Marcus Leone: exemplo de metalinguagem
Fotograma: Geraldo Seara
Gravando entrevista com os estudantes Larissa e Gabriel
Fotograma: Professora Teo






Desde o primeiro dia de aula, os estudantes experimentam os vários papeis na produção de uma peça audiovisual. Nas 5 últimas fotos, dois estudantes são entrevistados, dois outros participam da simulação de uma entrevista, enquanto são captados por 3 câmeras, duas das quais operadas por seus colegas de curso. Bem se vê que o cameraman da esquerda (short azul) posicionou o colega do lado direito da tela, enquanto o cameraman da direita (que ficou fora da foto) posicionou a entrevistadora do lado esquerdo da tela. Enquanto isso, a câmera central, operada pelo professor, gravava o plano conjunto - entrevistadora e entrevistado  (última foto).

sexta-feira, 13 de março de 2015

Rede AT na Jornada Pedagógica 2015


Salve, salve, companheir@s!

Prof. Marcus Leone, Col. Est. Edvaldo Brandão
Foto: Geraldo Seara

Esses três dias de Jornada Pedagógica - que vivenciamos  de 4 a 6 de março - foram muito significativos para os rumos da nossa Rede Anísio Teixeira. O contato direto, a troca de boas energias, boas intenções, experiências educacionais e sensíveis com nossos colegas foram realmente experiências muito animadoras. Algo mágico aconteceu. O interesse dos colegas em relação aos projetos e conteúdos da Rede AT foi grande, gratificante e muito verdadeiro! Efetivamente, sensibilizamos e fomos muito tocados pelos colegas também, pois nosso caminho é de mão dupla sempre! Nas escolas em que eu e o companheiro Geraldo Seara estivemos (David Mendes Pereira, Edvaldo Brandão e Luiz José de Oliveira) localizadas nos bairros de São Marcos e Cajazeiras, além do excelente acolhimento, a comunidade escolar manifestou grande curiosidade, interesse e desejo em colaborar com a Rede. De fato, estamos ampliando as possibilidades colaborativas e de difusão dos trabalhos que temos feito. Em uma das escolas, fizemos até hora extra rsrsrsr. Trabalhamos dois turnos e foi massa! 

Prof. Marcus Leone, Col. David Mendes

Professores do Col. David Mendes
Foto: Geraldo Seara

Durante a troca de experiências com os colegas, evidenciamos e vivemos momentos maravilhosos. Percebemos que os companheiros ficaram muito felizes e orgulhosos em conhecer alguns princípios que norteiam nosso trabalho, ou seja: que todo o conteúdo que produzimos é "livre" Creative Commons (CC), que, nos trabalhos que realizamos, há preocupação com o regionalismo e que há a participação de estudantes e professores nos processos de produção, sobretudo na TV. Eles ficaram extremamente contentes, também, com a facilidade de acessar os conteúdos no Ambiente Educacional Web e de fazer o download do conteúdo no AEW.

Prof. Geraldo Seara, Col. David Mendes
Foto: Marcus Leone

Muitas coisas boas aconteceram nesses três dias e acredito que os demais colegas de Rede AT, que partiram para outras paragens com a mesma missão, têm relatos maravilhosos também. Enfim, foi muito produtivo estar em campo, compartilhando com nossos pares esse trabalho maravilhoso que realizamos. Certamente, após esse feito, nossas demandas aumentarão, principalmente as de formações que fazermos. 

Com professores do Col. Luiz José de Oliveira
Foto: Geraldo Seara

Sugiro que, dentro do possível e em momentos chave, prossigamos com essa "diáspora educacional e colaborativa" da Rede AT!

Salve a Rede Anísio Teixeira! Salve a Escola Pública e a Educação baiana!

Feliz demais!

FORÇA E SENSIBILIDADE SEMPRE!

Abraçaço, companheir@s

Marcus Leone O. Coelho
 
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