sexta-feira, 19 de agosto de 2011

EXTRA! EXTRA!

Pierre Verger no quadro Artefatos do programa Almanaque Viramundo

O quadro Artefatos, exibido dentro do programa Almanaque Viramundo destaca a obra e/ou autor, em uma espécie de homenagem. Pierre Verger foi escolhido para a para compor esse quadro com foco no documentário Verger- mensageiro entre dois mundos. A Fundação Pierre Verger, recebeu a visita da equipe de produção do programa no dia 30 de março e Angela Lühning, responsável pelo setor de pesquisa e também diretora da Fundação, falou sobre a vida, a obra e o documentário produzido sobre o fotógrafo. A produção ainda entrevistou críticos de cinema, especialistas em audiovisual e fotografia.
Almanaque Viramundo é uma revista eletrônica inspirada nos antigos Almanaques, desenvolvido e organizado pelos educadores do Instituto Anísio Teixeira (IAT) e com produção técnica da Movimento Produções. Cada programa da série é composto por diversos quadros, um mosaico que traz curiosidades ligadas às disciplinas escolares, perfis, depoimentos, informações e dados da Educação e dos movimentos culturais da Bahia. A série questiona o exercício dos direitos humanos e da cidadania na sociedade atual. Cada quadro tem uma estética própria e compõe uma “colcha de retalhos”, com material gravado em estúdio e em locações externas. O programa colabora com a ampliação da noção de espaço educativo, conhecimento e saberes e a percepção da realidade dos educadores, além de inter-relacionar formas de conhecimento e conteúdos de diferentes disciplinas. O programa é exibido pela TVE, canal 2, segundas-feiras, às 19:30. Ainda não temos a informação de quando será exibido o quadro em que Verger é homenageado. Portanto, fiquem de olho na grade de programação da TVE .

FONTE: Fundação Pierre Verger

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

MÁQUINA DE DEMOCRACIA 04

Edição 4
Tema: Educação e Direitos Humanos
Fala, Comunidade Escolar!
A sua escola respeita as diversidades?

Locação: Colégio Estadual Almirante Barroso, Paripe, Salvador.


Reportagem: Ações promovidas pela escola pública para combater o preconceito.
Locações:
Colégio Estadual Presidente Emílio Garrastazu Médice, Salvador.
Conselho Municipal da Criança e do Adolescente.
Entrevista no estúdio: : Marília Lomanto Veloso – Presidente da ONG Jus Populi.
Coluna Rotativa: A história do teatro no Brasil (Ana Claudia Cavalcante).

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

OFICINA DE ROTEIRO

O Instituto Anísio Teixeira, através da Secretaria da Educação (SEC), realiza no dia 08 de agosto, das 8h às 18h, a videoconferência Audiovisual em sala de aula: apoio ao professor. São oferecidas 50 vagas presenciais.

O objetivo é abrir perspectivas de reflexão e busca por conhecimento acerca do audiovisual e sua importância como ferramenta para uso em sala de aula. O evento pretende, ainda, fazer com que o professor passe a olhar de forma crítica e aguçada alguns programas audiovisuais no intuito de eleger e aprofundar caminhos pedagógicos que o auxiliem no exercício do ofício.

A videoconferência será conduzida pela roteirista Iara Sydenstricker, que é formada pela TV Globo e, também, sócia fundadora e diretora regional Nordeste da Associação dos Roteiristas (AR, Brasil), além de coordenadora do curso de Especialização em Roteiros para Tevê e Vídeo, das Faculdades Jorge Amado (Bahia).

O encontro, aberto para toda a comunidade escolar (professores, coordenadores, Diretores, NTE) e quem mais se interessar, integra o Plano de Acesso e/ou Formação do Edital 09/2010 - APOIO AO DESENVOLVIMENTO DE ROTEIROS AUDIOVISUAIS DE LONGA-METRAGEM - do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia - IRDEB –, e é fruto da parceria do Governo do Estado da Bahia, Secretaria da Fazenda, Secretaria de Cultura, Instituto Anísio Teixeira, IRDEB, rádio Educadora e TVE Bahia.

As inscrições já estão abertas, basta preencher a ficha de inscrição e enviar para o e-mail rede.anisio@educacao.ba.gov.br.

FONTE: Portal do Educador Baiano.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

MÁQUINA DE DEMOCRACIA E A EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL

Joalva Moraes

As seis últimas edições do Máquina de Democracia, temporada 2010, apresentaram ações da sociedade civil organizada direcionadas à Educação Não-Formal. Os temas discutidos foram Arte-Educação, Música, Relações Étnico-Raciais, Meio Ambiente, Tecnologias da Informação e Comunicação.


Nos quadros Fala, Comunidade Escolar! e Reportagem conhecemos o trabalho da OSCIP Pangea, da Cooperbrava e das ONG’s Ilê Ayê, Didá, Steve Biko, Pracatum, Circo Picolino, Oi Kabum, PACE (São Gonçalo dos Campos), Bagunçaço, TV Pelourinho. E na Entrevista em nosso estúdio, especialistas traçaram uma relação entre as atividades desenvolvidas por essas instituições e a Educação Formal.


A novidade, dessas edições especiais, ficou por conta das Colunas Rotativas que passaram a ser apresentadas pelos educadores Geraldo Seara, Claudia Pessoa e Nildson Veloso.


O telejornal especializado em Educação da TV Anísio Teixeira tem a professora Joalva Moraes como Coordenadora Pedagógica, apresentação do jornalista Eugênio Afonso e a Direção de Amina Alakija. Suas edições podem ser assistidas pela TVE – Bahia e pelo Portal do Educador Baiano.

terça-feira, 19 de julho de 2011

CURSO "A FÍSICA E O COTIDIANO"

AUXÍLIO NO ENSINO DA FÍSICA

O Instituto Anísio Teixeira (IAT) abriu, durante a videoconferência de lançamento do site A Física e o Cotidiano (no dia 15/07/2011), as inscrições do curso para os professores de Física da Rede Estadual de Ensino, a fim de capacitá-los a trabalhar com os conteúdos digitais educacionais do projeto.

O curso será realizado na modalidade online, através do Moodle, e conta ainda com quatro encontros presenciais. Para participar, o professor deve ser efetivo da Rede e estar em regência de classe na disciplina de Física. Os educadores inscritos devem assumir o compromisso de acessar o ambiente virtual, ao menos três vezes por semana, para cumprir as atividades online e se comprometer a participar das atividades presenciais descritas na apresentação.

Serão disponibilizadas quatro vagas por DIREC, considerando o critério de um número máximo de dois professores por município, de acordo com a ordem de inscrição, que vai até o dia 1º de agosto DE 2011 e pode ser feita AQUI.



FONTE: Portal do Educador Baiano
FOTOS: Roberta Rodrigues (entre no Portal para ver mais).

ASSISTA À ENTREVISTA DA PROFESSORA IRENE CAZORLA SOBRE ESTE ASSUNTO NO TVE REVISTA.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

GRAVANDO PARA O "BAHIA ASSIM"







SOB OS COQUEIROS DE ITAPUÃ

Joalva Moraes

Dessa vez, visitamos um bairro de Salvador onde os coqueiros cantam, as ondas da maré fazem a pedra roncar e a poesia se materializa. O Bahia Assim foi passear em Itapuã. Lá, a música tem casa, a poesia rua e o poeta uma praça. Tudo é arte e cultura no bairro da Sereia, da Lagoa, das dunas, das lavadeiras, dos pescadores, da puxada de rede, das Ganhadeiras, do farol e, porque não dizer, do acarajé.

As ruas movimentadas denunciam que a vila de pescadores do passado deu lugar a um bairro moderno, agitado que sofre com os problemas comuns e corriqueiros de uma grande cidade. Mas quem acompanhou a história dessa localidade faz questão de cantar em prosa, verso e samba como era feliz viver ali.

Itapuã é um lugar lindo que guarda o charme das antigas casas de veraneio, o mistério de suas lendas e alegria de suas festas. Não vou resistir ao clichê: foi muito bom passar uma tarde em Itapuã, gravando mais um Bahia Assim!

Vale lembrar que as quatro últimas edições do Almanaque Viramundo, temporada 2010, estavam sob a coordenação dos professores Peterson Azevedo, Joalva Moraes e Claudia Pessoa. Além de Geraldo Seara no comando dessa nave que virou e revirou o mundo das artes, da cultura e do conhecimento.




FOTOS: Joalva Moraes.
O BAHIA ASSIM é um dos quadros do ALMANAQUE VIRAMUNDO, a revista eletrônica da TV ANÍSIO TEIXEIRA, uma iniciativa do INSTITUTO ANÍSIO TEIXEIRA / SECRETARIA ESTADUAL DA EDUCAÇÃO. O programa pode ser acompanhado na TVE e no PORTAL DO EDUCADOR BAIANO.
FOTOS: Peterson Azevedo

domingo, 10 de julho de 2011

AULAS COM A TV ANÍSIO TEIXEIRA II

O ESPELHO

Geraldo Seara

Sugestão de aulas com a Série da TV Anísio Teixeira Meu Avô, o Circo, peça 12. Veja aqui.


1. Após exibição do vídeo, mediar discussão sobre o conteúdo, a partir da percepção de cada aluno, desde o título da peça, ao trabalho dos atores, focando a atenção no elemento cênico principal – o espelho. O que o espelho representa? Quais expressões trazem a palavra espelho ("espelho, espelho meu..."; "Fulano espelhou-se em..."; "Porque agora vemos por espelho em enigma...")?

2. Fazer alusão à letra de "Sampa" (C. Veloso) cujo trecho diz "é que Narciso acha feio o que não é espelho..."


3. Apresentar, durante a discussão, imagem da pintura "Narciso" de Caravaggio (disponível aqui).

4. Para leitura, sugiro o texto sobre Narciso e Eco, disponível aqui e/ou aqui (versão mais simples).

5. Comentar a origem do nome Narciso e da flor homônima (>Nárkissos), do termo "narcisismo" e da palavra "narcótico" (>narke = torpor), da palavra "eco" (da ninfa Eco (>Ekhó) - Essa era a explicação dos antigos para o fenômeno da reflexão das ondas sonoras. Sobre isso, acesse aqui )

6. Fechamento da aula: influência da mitologia grega nas artes e nas ciências, incluindo a origem e formação das palavras em nossa língua. Os sentidos da palavra "espelho" em nossas culturas (plural, dada a diversidade numa mesma sala de aula).

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A professora Viviane Paraguaçu, arte-educadora, enviou contribuições para esta postagem. Confira:

DINÂMICA DO CHAPÉU:
(autoria desconhecida)

Em um chapéu de palha, cole um pequeno espelho. Deixe várias figuras de pessoas (fotos de revistas) soltas e não mostre aos alunos;

Peça que um(a) voluntário(a) se apresente, escolha uma foto e mostre para a platéia de alunos, mas não deixe que o(a) voluntário(a) do jogo veja. Pergunte para o(a) mesmo(a) se ele(a) tira o chapéu para essa pessoa e porquê? Em seguida, finja que vai colocar outra figura, mas tire e deixe que o(a) voluntário(a) se veja no espelho (que foi colado no fundo do chapéu). Isto não deve ser revelado para os demais, porque você vai repetir a mesma dinâmica com os outros.

Pergunte então, se ele(a) tira o chapéu para essa pessoa, e o por quê (explique que a plateia não sabe e nem deve saber quem é a pessoa em questão).

É possível, com esta dinâmica, visualizar o grau de auto-apreço e o nível de auto-estima que a pessoa tem. Deve ser realizada em tom de brincadeira e sempre levando em consideração os limites e idade dos participantes, nem todos devem querer se expor e participar, isto deve ser respeitado!

DINÂMICA DO ESPELHO (Viola Spolin).

Forme duplas para este jogo. Os participantes devem se escolher espontaneamente.

Coloque um de frente para o outro, a uma certa distância, um metro mais ou menos. As duplas devem escolher quem é o A e quem é o B; sendo o A quem inicia a atividade e o B deve quem a reflete, como se fosse o espelho do outro. Sugira atividades cotidianas como escovar os dentes, tomar café, varrer casa, enfim, atividades com as quais eles tenham intimidade e que não fiquem preocupados. Depois troca-se o B realiza a atividade e o A é o espelho.

Variação: as atividades podem ser de dança (coreografias), etc., a depender da intimidade e do grau de maturidade da turma com exercícios e jogos teatrais.

Na roda de discussão: perguntar o que foi mais fácil, ser o espelho ou o espelhado? Por quê? No espelho, o lado direito continua no mesmo lugar ou não?

terça-feira, 14 de junho de 2011

REDE ANÍSIO TEIXEIRA

Para "rede", assim registra o Dicionário Eletrônico Houaiss da Língua Portuguesa 3.0:

  1. entrelaçado de fios, de espessura e materiais diversos, formando um tecido de malhas com espaçamentos regulares;
  2. conjunto de estradas, tubos, fios, canais etc. que se entrecruzam;
  3. conjunto de pontos que se comunicam entre si.

Sobre essa malha, assim definida, pensamos a Educação, entrecruzada por diversas pessoas, de múltiplos saberes, em pontos espalhados aqui e alhures. Assim é que esse cordelito se inscreve como tema do que o Mestre Anísio Teixeira nos legou. Vamos a ele:

Professor Web: conheça suas dicas no site da SEC.CORDELITO DA REDE ANÍSIO TEIXEIRA

O senhor Anísio Teixeira
Caba retado vou te contar
Nascido em Caetité
A educação quis transformar

Professor, doutor e jurista, sem ter fama de artista
Na Bahia fez seu lugar
Educação diferente
Nessa terra tentou plantar

Inventou a escola nova
A integral e a escola parque
Pois queria que a escola
Tivesse maior destaque
  
Arte, cultura e esporte
Também faziam parte
Dessa nova educação
Que tu Anísio mostraste

Defendia a forma lúdica
Criativa e da brincadeira
Educação com diversão
Era essa sua bandeira

De Anísio vem o nome
Dessa Rede que se forma
Com todos aqui presentes
Formando juntos essa roda

Na esperança de um dia
Conseguir corresponder
Boa parte desses sonhos
Que Anísio fez crescer

Educação diferente
Sempre foi a sua busca
Agora é nossa vez
De entrar pra essa luta

A Rede Anísio Teixeira
Ela é de produção
Mas também quer ser uma Rede
De fazer revolução

Pelas tecnologias
Poder colaborar
Estudante e professor
Sua escola transformar

Cinema, TV, Redes Sociais
Jogos, portais e conteúdos digitais
Só que o mais importante
Eu te digo meu rapaz

Não é só fazer
Mas ensinar como se faz
Pra estudante e professor
Mostrar que ele é capaz

Vamos todos juntos
Formar essa corrente
E com o nosso trabalho
Mostrar pra essa gente

Que um Bethoven negro
Todo dia vai brotar
Quando os lírios do gheto
A escola for regar

Yuri Bastos Wanderley – 27/05/2011

Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Uso Não Comercial - Partilha nos Mesmos Termos 3.0 Não Adaptada.

Conheça o projeto A Física e o Cotidiano, no Portal do Professor/MEC ou no Ambiente Educação/SEC.

Conheça as dicas do o Professor Web.


segunda-feira, 23 de maio de 2011

FORMATURA DE INDÍGENAS BAIANOS

Bahia é pioneira:
a cerimônia de formatura foi realizada no Instituto Anísio Teixeira, em Salvador
 100 INDÍGENAS BAIANOS RECEBEM
DIPLOMA DE MAGISTÉRIO INTERCULTURAL

Vestidos a caráter, 100 índios baianos receberam, nesta sexta-feira, o diploma do magistério intercultural indígena. A cerimônia de formatura foi realizada no Instituto Anísio Teixeira (IAT), em Salvador, com a presença do governador Jaques Wagner e do secretário estadual da Educação, Osvaldo Barreto.

Com a especialização, os novos professores garantem aos seus alunos um ensino de qualidade, com uma pedagogia voltada ao resgate da cultura e das tradições indígenas.

A recém-formada Cristiane Jandaia, da tribo Pataxó do município de Prado, mesmo antes de fazer o curso de magistério costumava ministrar aulas na aldeia. Porém, sem uma formação específica, não conseguia relacionar os assuntos escolares com a cultura indígena.

Educação diferenciada – Agora, formada, ela explica que fazer o plano de aula levando em consideração a cultura dos índios ficou muito mais fácil.

"Precisamos oferecer ao nosso povo uma educação diferenciada para que possamos manter viva a nossa história. O curso de magistério nos ajuda neste trabalho, e a especialização a desenvolver melhor as aulas, sem precisar fugir dos costumes do nosso povo."

Com esta formatura, a Bahia passa a ter 170 professores com magistério intercultural indígena. Há ainda 108 professores com a licenciatura em curso, na Universidade Estadual da Bahia (Uneb), e 80 no Instituto Federal da Bahia (Ifba).

Em todo o estado, existem 60 escolas indígenas, distribuídas em 12 povos e 22 municípios, que atendem a 7.730 alunos.

Pioneirismo – O secretário Osvaldo Barreto explicou que a Bahia foi pioneira na aprovação da lei que institui a carreira de Professor Indígena no quadro do Magistério Público do Estado.

Ele informou que o governo está estadualizando escolas indígenas, hoje sob a responsabilidade dos municípios, a fim de garantir melhor continuidade das políticas públicas de educação indígena.

O projeto de lei prevê a construção de uma educação diferenciada, específica e com qualidade, resultante do exercício partilhado com os índios. A linguagem, o método e a formatação de ensino, direcionados especificamente para os índios, passam a ser peças fundamentais no entendimento e preservação da cultura indígena.

O governador Jaques Wagner afirmou que o magistério intercultural foi uma demanda dos povos indígenas, que sentiram a necessidade de oferecer uma educação mais especializada aos índios. "Eu entendo que o resgate e a manutenção da cultura indígena são uma responsabilidade dos governantes. Então, estamos dando a formação para ter estes costumes preservados."

Audiência – Além da formatura, os índios também participaram de uma audiência com o governador e secretários estaduais, a fim de avaliar o Plano de Trabalho Operativo (PTO), garantindo ações de desenvolvimento nas comunidades indígenas.

De acordo com o secretário da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Estado, Almiro Sena, desde 2007, houve avanços em diversos setores, beneficiando os povos indígenas.

Ele destacou a construção de escolas, a ligação de rede elétrica nas comunidades, a realização do curso de pesca e manutenção de motores, e a implantação do Centro Digital de Cidadania.

FONTE: Diário Oficial do Estado da Bahia, 21 e 22 de maio de 2011.

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A propósito, o programa DOIS DEDOS DE PROSA da TV ANÍSIO TEIXEIRA, em sua edição nº 12, teve como tema a EDUCAÇÃO INDÍGENA. Participaram do programa os especialistas e pesquisadores Rosilene Tuxá e Jucimar Pereira dos Santos, ambos membros da Coordenação de Educação Escolar Indígena da Secretaria da Educação. O Território de Identidade homenageado na referida edição foi o de Itaparica, que abrange municípios da Bahia e de Pernambuco.


Geraldo Seara

sexta-feira, 13 de maio de 2011

A ESCOLA PÚBLICA NA TELA DA TV


MÁQUINA 2010


Joalva Moraes

A temporada 2010 do Máquina de Democracia foi bastante proveitosa. Visitamos cerca de 20 escolas da Rede Estadual de Ensino, em Salvador e Lauro de Freitas. Conhecemos profissionais da Educação comprometidos com sua prática, alunos motivados e questionadores. Passeamos pelas belezas naturais do Subúrbio Ferroviário, subimos e descemos as ladeiras da Liberdade, ouvimos músicas tocadas por alunos do Colégio Manoel Novaes, presenciamos o funcionamento dos tornos do Newton Sucupira, passamos uma manhã em Itapuã, conversamos com representantes de várias instituições, como CEAO (Centro de Estudos Afro Orientais), IEL (Instituto Euvaldo Lodi), Ministério Público, Pangéa, Iperba (Instituto de Perinatologia da Bahia), Irdeb (Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia), Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), além de Técnicos, Coordenadores e Superintendentes da SEC (Secretaria da Educação).


Possibilitamos às comunidades escolares das unidades de ensino da Bahia e à sociedade em geral, através da TVE, o fomento à reflexão e à discussão acerca de assuntos relacionados aos Temas Transversais e às bases legais que regem a Educação em nosso país. Falamos sobre Educação Profissional, Educação e Sexualidade, Cultura da Paz, Educação para Relações Etnicorraciais, Educação Ambiental, Tecnologias Educacionais, Enem, Avaliação, Televisão e Sociedade, Diversos Saberes e Educação a Distância.


A professora Viviane Paraguaçu apresentou, no quadro Acontecendo, dicas de espaços que podem ser visitados pela comunidade escolar, com a garantia de lazer educativo e cultural, bastante acessível. Visitamos o Espaço Unibanco de Cinema Glauber Rocha, a Cidade do Saber, em Camaçari, o CUCA (Centro de Cultura e Arte) de Feira de Santana, os museus Carlos Costa Pinto, Afro-brasileiro, Náutico, MAM (Museu de Arte Moderna), a Biblioteca Pública do Estado, os centros culturais de Plataforma e Alagados, a Casa da Música, entre tantos outros...


No estúdio, nosso apresentador, o jornalista Eugênio Afonso, conversou com pesquisadores de universidades baianas, como Júlio Rocha, César Leiro, Teresinha Fróes, representantes da Ronda Escolar, Capitão Ubiracy Vieira e da Secretaria da Educação, Antônio Almerico, Nádia Cardoso, Norma Matos e Telma Barbosa. Também participaram do quadro Entrevista Davi Nunes, médico do Iperba, Nildete Mata, coordenadora de correção do ENEM, a psicóloga e educadora Walkíria Rodamilans, Marília Lomanto Veloso, presidente da Jus Populi .


Enfim, em doze edições do Máquina, divulgamos uma escola estadual ativa, pulsante, alegre onde sua comunidade acredita que é possível se fazer uma educação pública de qualidade, comprometida com os princípios da ética e da cidadania. Mostramos a máquina de fazer democracia. Afinal de contas, esse não era o ideal do nosso patrono?

 
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