terça-feira, 10 de maio de 2011

PROJEÇÕES FOTOGRÁFICAS "OLHOS DA RUA"

Olhos da Rua – Projeções Fotográficas no Espaço Público

O Labfoto, o Instituto Casa da Photographia e o Tuesday Autonomous Zone, em parceria com fotógrafos atuantes em Salvador, desenvolvem o projeto “Olhos da rua”, que tem como objetivo promover projeções semanais em espaços abertos da cidade, devolvendo ao público, desde sempre retratado pelos fotógrafos, um pouco da imagem que lhe é devida. Fotografias que tenham em comum uma temática urbana são a matéria plástica desta iniciativa. “Olhos da rua” joga com a tensão jurídica hoje tão em evidência no fazer fotográfico, misturando o direito à imagem daquele que é fotografado com a propriedade intelectual daquele que a produz.

Nas edições 2 - Gente e 5 - Fé, nosso fotógrafo still, Peterson Azevedo, marcou sua presença. Segue, abaixo, links dessas projeções:

http://vimeo.com/20590876

Imagens da segunda edição do Olhos da Rua. Registros sobre o tema "gente" enviados por mais de 50 fotógrafos. Olhos da Rua é uma iniciativa do Labfoto, Casa da Photografia e TAZ.



http://vimeo.com/23094850

Projeção do Olhos da Rua 5, em 26 de abril de 2011, no Espaço Ulisses, Salvador-BA.


Fonte: http://blogcasadaphotographia.wordpress.com apud http://cabecafeitaproducoes.blogspot.com

OFICINA DA PRODUÇÃO PARA A AÇÃO - 1ª Parte

A primeira etapa da oficina Da Produção Para a Ação aconteceu no dia 7/5, no Cabaré dos Novos, Teatro Vila Velha. Nessa etapa, os participantes, egressos das oficinas do Ponto de Cultura, tiveram a oportunidade de conhecer noções preliminares sobre o Roteiro na produção audiovisual. Pela manhã, Cristiane Britto apresentou a teoria, enquanto Marcus Leone, à tarde, estimulou o exercício da escrito desse tipo de texto. Também foram exibidos alguns filmes, confrontando a ideia inicial apresentada no roteiro e o produto final. A próxima fase, terá como foco os trabalhos da Produção.

Essa iniciativa é resultado de uma parceria entre o Projeto Cine Art's/Uneb, o Teatro Vila Velha e a Cabeça-Feita Produções.

Foto: Claudia Pessoa - Oficina de Cristiane Britto

Foto: Joalva Moraes - Oficina de Marcus Leone

Texto: Joalva Moraes.
Fotos: Claudia Pessoa e Joalva Moraes.
Publicado originalmente no Blog Cabeça-Feita Produções

"Essa oficina de roteiro foi uma prazerosa viagem pelo mundo audiovisual. Curti muito esse momento. Adorei a turma, pessoas felizes, humanas (desculpe a redundância, mas quero enfatizar isso) e sensíveis. Certamente, saí de lá melhor do que entrei. Que venham outras oficinas e momentos do bom compartilhar como esse!

Força e sensibilidade sempre!!!

Marcus Leone

marcusleo@gmail.com"

sexta-feira, 6 de maio de 2011

SÉRIE MUITO PRAZER

A SEXUALIDADE NA ESCOLA

Maria da Conceição Carvalho Dantas
(Marilu Dantas)


A série tem como objetivo abordar a sexualidade a partir de orientações inseridas no eixo Direitos Humanos e Diversidade, nas dimensões biológica e sócio-cultural, possibilitando à Comunidade Escolar uma percepção mais objetiva da relevância da sexualidade na construção de identidade dos indivíduos.

É um programa de auditório, gravado em estúdio, com apresentador - o Profº e ator Sérgio Farias - que recebe, em cada uma das doze edições, um especialista para abordar o assunto relacionado ao tema, além de apresentar uma reportagem com outros pesquisadores da área com a finalidade de ampliar a discussão.

A platéia é formada por alunos do Colégio Estadual Edivaldo Brandão Correia - Cajazeiras IV - Salvador/BA, que fazem perguntas aos convidados sobre a temática exposta.


TEMAS TRABALHADOSCONVIDADOSENTREVISTADOS
01. Sexo e SeduçãoOrdep SerraMônica Daltro
02. A construção histórico-cultural da diferença de gêneroAlinne BonettiTereza Cristina Fagundes
03. Emancipação feminina e revolução sexualIzaura CruzTeresa Cristina Fagundes e
Maria Paquelet Barbosa
04. MasculinidadeJorge Santana BispoSuely Messeder e Osmundo Pinho
05. HomossexualidadeSuely MessederLeandro Colling e Marcelo Cerqueira
06. Sexo, reprodução e famíliaRosângela CastroVânia Bustamante e Mônica Daltro
07. Gravidez na adolescênciaMary FontesAlessandra Meira, Margareth Fialho e Estela Aquino
08. Violência SexualValdemar OliveiraTelma Maria de Oliveira e José Antônio Pereira
09. Sexo SeguroMeire FontesMargareth Fialho e Greice Menezes
10. AbortoCarla BatistaGreice Menezes
11. Prazeres e Tabus SexuaisSônia RangelLuiz Barbosa e André Barbosa
12. Sexualidade e Indústrial CulturalDjalma ThurlerClebenilton Nascimento e Malu Fontes


Ficha técnica (parcial)
Realização
TV Anísio Teixeira

Produção
Fundo de Quintal Cinema e Vídeo

Muito Prazer!
Educação e Sexualidade
Temporada 2010

Coordenação Pedagógica
Mª da Conceição Dantas – Marilu

Consultora
Cristiane Oliveira

Coordenação de Criação
José Carlos Rêgo – Pinduca
Ana Cláudia Cavalcante

Participação do Colégio Estadual Edvaldo Brandão Correia
Cajazeiras IV / Salvador – Bahia

Apresentação
Sérgio Farias

Pautas jornalísticas
Ana Cláudia Cavalcante / Telma Chaves

Reportagem
Juliana Amaral

sexta-feira, 29 de abril de 2011

IDENTIDADES

O PROGRAMA SHOW!

Viviane Paraguaçu

Identidades é o programa show da TV Anísio Teixeira que reúne, no mesmo palco, de uma só vez, grandes nomes da música baiana, das artes plásticas, circenses e/ou teatrais. Durante as performances, os artistas apresentam sua visão sobre o tema de cada programa (um tema universal) e falam de suas experiências artísticas. O Identidades é apresentado pelo ator Marinho Gonçalves e conta com a participação animadíssima de estudantes de três escolas da rede estadual de educação, a cada edição.

No ano de 2010 foram gravados 10 programas com os temas: saudade, paixão, ciúme, paz e outros. Tivemos belíssimas participações de trinta artistas musicais do cenário baiano, do rock ao samba de roda, da MPB ao forró. O palco do Identidades sempre traz uma mistura de estilos, constituindo-se em uma vitrine para a música baiana e para os artistas de teatro, circo, artes visuais e dança.


Este programa abre espaço, tanto para sabermos mais sobre a música tradicional da Bahia, quanto sobre a música contemporânea que não está contemplada pela grande mídia. Só para dar uma idéia de um dos programas, na edição nº 1, reunimos Xangai, a banda Dois em Um, Dão e a Caravana Black, o artista plástico Marcos Costa e mais uma dupla de clowns formada por Marconi Araponga e Laili Flores.

Pedagogicamente, o programa dá suporte às aulas de Artes (Música, Dança, Artes Visuais, Teatro), Cultura Baiana/Afrobrasileira, História, Geografia e Língua Portuguesa. As manifestações artísticas – de distintos sotaques, ritmos e tradições – são a provisão para a sala de aula, com o recheio das letras das canções e dos trechos de poemas que são recitados pelo apresentador Marinho, durante o programa.

Enfim, o Identidades é um produto televisivo bastante atual e vibrante da nossa diversidade, tornando-se assim, um registro, um pequeno mapeamento cultural da Bahia.

O programa ainda está no forno, ou seja, estamos aguardando a finalização das edições pela produtora responsável, a Fundo de Quintal. Aguardem!

Aproveitamos a oportunidade para agradecer a presença das escolas: Cidade de Curitiba, Manoel Novaes, Luiz Viana Filho, ACM, Cosme de Farias, Newton Sucupira, Aplicação Anísio Teixeira, Angelita Moreno e Rotary. Vocês deram show! Nosso muito obrigado!

Riachão: o Samba da Bahia na TV Anísio Teixeira.

Edição: Geraldo Seara

sexta-feira, 8 de abril de 2011

QUESTÃO DE LÍNGUA*

Geraldo SearaMAKING OF OU MAKING OFF

Geraldo Seara

Engana-se quem pensa que as gramáticas podem deter a evolução natural das línguas. As normas que as regulam podem e devem retardar as alterações por um longo tempo, mas chegará o dia em que o uso livre, fluido e natural dos falantes baterá o martelo. Não sou contra as normas, pois sei que se elas não existissem, viveríamos perdidos, isolados pela provável falta de comunicação eficiente. Aliás, sobre isso, os meios de comunicação corroboram a manutenção da unidade linguística das nações, ainda que diversos sejam os falares numa mesma área geográfica. Assim, os jornais e novelas, televisados, radiofônicos ou impressos se espalham do Oiapoque ao Chuí, no nosso caso, garantindo a unidade e, por vezes, a diversidade, quando leva o “tu vai” pra quem diz “tu vais” e vice-versa. E seguimos na comunicação.

Quanto aos estrangeirismos, tupy or not tupy! (peço licença): os termos de fora vão virando futebol (in. football), encrenca (al. ein krank), detalhe (fr. détail), deletar (in. delete) e por aí vai. Afinal, ninguém tem a obrigação de dizer o que não se acomoda na articulação, nem de conhecer sobre tudo que venha de fora. Desse modo, alguns termos ainda não aportuguesados − ou preferíveis aos equivalentes na nossa língua − vão causando alguns transtornos. Por exemplo, o “ROM” de CD-ROM, que chegou com o informatiquês, se mistura com o “room” de “show room”, há mais tempo entre nós. Lembro-me de já ter sido corrigido, quando pronunciei corretamente [si.di.rom], como se eu tivesse cometido um crime. Cansado de lutar, cedi à pronúncia [se.de.rrum] da maioria, pra não parecer um ET, isso no finalzinho do século XX. Entre os falantes nativos de inglês, a diferença entre ROM (Read Only Memory) e room (sala, aposento) permanece. Por aqui, entre muitos, tanto faz.

E o making of?

De modo análogo ao descrito para CD-ROM, já estamos acostumados a ver o termo off, tanto no liga-desliga dos aparelhos (on-off) quanto − e principalmente − nas liquidações dos shopping centers e nas propagandas impressas. Quem é que resiste a 70, 90% OFF?! Aí, na hora de grafar making of, pimba! Surge mais um “f”. Tá errado? Bem, os falantes da língua inglesa (nativos ou não), certamente, estranharão. Mas entre outros, está tudo bem. Com “f” ou “ff”, todo mundo sabe do que se trata. Outra possível explicação para o uso de off pode advir do sentido da partícula, que indica “separação”, “fora”. Assim, para alguns, se o making of serve para exibir o que ficou de “fora” do filme, então nada melhor do que a partícula off. Só que esse gênero pode também contemplar o que foi descartado, mas destina-se, principalmente, para os bastidores das filmagens, ou seja, o modo como tudo aconteceu, ou a “feitura de”, na tradução aproximada de making of.

Para quem quiser se certificar do que é correto para os falantes do inglês, veja como o termo aparece nos links para os vários making of dos próprios estúdios americanos e ingleses. Verão que os “ff” vêm de produções brasileiras e que os anglofônicos grafam com um "f" só, já que com dois não faz sentido pra eles, quando aplicado aos "bastidores das filmagens". Ademais, em inglês, existe a expressão make off que tem o sentido de "sair apressadamente" e que com a preposição with passa a ter o sentido de "furtar", de acordo com o dicionário online Marriam-Webster (o link vai direto para o verbete).

Por fim, eis um trecho do que está posto no site da Veja, na coluna "Sobre Palavra" de Sérgio Rodrigues:

[...] Os dois lados têm sua dose de razão. Seja como for, uma coisa é indiscutível: a degeneração ortográfica making off, que parece ser de uso ainda mais frequente do que a forma correta em nossa imprensa cultural, revela, esta sim, um traço constrangedor da macaqueação linguística – a ignorância alvar, a falta de juízo crítico. Se vamos ser anglófilos, que tal aprender um pouco de inglês, em vez de achar que dobrar consoantes é sempre mais chique? Processo de produção (making) de (of) um objeto cultural, é só disso que se trata. Making off – substantivação de to make off, “fugir, dar no pé” – seria no máximo algo como fuga. Fuja dele.

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(*)QUESTÃO DE LÍNGUA é um dos interprogramas da TV Anísio Teixeira.

quinta-feira, 31 de março de 2011

EDUCADOR DA TV NO CINEMA

Nildson B. VelosoAtor profissional, tendo participado de filmes como "Tieta" e "Cronicamente Inviável", o também professor Nildson B. Veloso, um dos educadores da TV Anísio Teixeira, acaba de participar do filme "À Beira do Caminho". Confira, no making of abaixo, o talento do nosso colega.


terça-feira, 29 de março de 2011

O REFORÇO DA TV ANÍSIO TEIXEIRA

Conteúdos da TV Anísio Teixeira reforçam aprendizado nas escolas estaduais da Bahia (Fonte: Agecom).

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

CLIP DRAMAS URBANOS 2

Marcus Leone - Educador e Produtor Audiovisual. Foto: Diogo Campos. Arte: Geize Gonçalves.
Recentemente exibido pela TV Aratu, a série Dramas Urbanos, de Marcus Leone, um dos educadores da TV Anísio Teixeira, está disponível também no Youtube. Marcus, que é professor de Português e Inglês da rede pública e particular de ensino, acaba de concluir mais uma graduação, desta vez em Tecnologia da Produção Audiovisual. Assista ao clip do vídeo abaixo.




Clique aqui para ver o vídeo na íntegra.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

AULAS COM A TV ANÍSIO TEIXEIRA

SUGESTÕES PARA AULAS COM A SÉRIE “ANÔNIMOS”

Geraldo Seara

Esta série apresenta cidadãos que exercem atividades comuns ou incomuns, mas que chamam a atenção, pelo jeito como procedem, com seus savoir faire próprios. Tomemos como exemplo Seu Antônio, vendedor de picolé, que é o personagem do Almanaque Viramundo, edição nº 1.

Nas aulas de Língua Portuguesa, por exemplo, podemos abordar os usos da língua em diversas situações (formal / informal), a partir da fala de Seu Antônio (sem qualquer juízo de valor):

- Como ele se expressa?

- Como se expressam outras pessoas que falam dele no vídeo?



Podemos iniciar uma conversa, logo após a exibição do vídeo, permitindo aos alunos uma discussão sobre o que assistiram, com a ajuda de mais perguntas, tais como:

- O que podemos inferir sobre história de vida de Seu Antônio?

- De onde ele veio?

- Como é sua família?

- Que planos ele tem para o futuro?

- O que ele pensa sobre a educação?



Podemos utilizar esse recurso como base para a escrita de textos sobre o personagem em questão, extraindo da discussão com os alunos os elementos da narrativa (quem, o que, quando, onde, etc.).

Por sua natureza, o vídeo proporciona a interdisciplinaridade. Além dos assuntos de Língua Portuguesa, podemos tratar de Sociologia, Filosofia, Matemática, Geografia, Gestão.

Em Matemática, por exemplo, podemos lançar desafios aos alunos, com questões tais como:

- Qual a renda mensal aproximada de Seu Antônio, considerando a quantidade e o preço dos picolés que vende por dia?

- Qual o valor arrecadado ao final de cada dia, sabendo-se o valor de cada unidade de picolé?

- O que quer dizer a expressão “em média”?

- Qual é o volume cúbico da caixa de picolé?

- O que é peso líquido?



Em Gestão Empreendedora podemos abordar o esforço de Seu Antônio:

- Como Seu Antônio vende seu picolé?

- Há quanto tempo ele faz a mesma coisa? (25 anos)

- Seu Antônio poderia estar em outra posição? Qual? Como?

- Você conhece alguém que já mudou de profissão / ocupação?

- O que pode ser feito para otimizar a venda de Seu Antônio?

- Qual o conselho que Seu Antônio dá?




Em Sociologia e Filosofia, podemos abordar a própria vida de Seu Antônio:

- O que é verdade?

- O que é educação para Seu Antônio?

- Que intervenções na realidade ele promove?

- Que importância tem o discurso de Seu Antônio?



Em Geografia, o professor Peterson Azevedo sugere trabalhar:

A territorialidade presente nas falas do personagem nas quais ele se reporta às suas raízes e aos ensinamentos que recebeu dos pais, e que luta para passar para os filhos.

Noção de lugar como categoria geográfica, apresentado pelo curso percorrido pelo personagem, abordando as categorias da geografia urbana como referências (ruas, elementos urbanísticos).

Os aspectos que conferem a organização e construção dos espaços geográficos apresentados pelo programa, discutindo os efeitos do capital, nessa construção espacial.



Estas são apenas sugestões. Sabemos onde uma aula com vídeo pode começar, mas onde pode acabar - se acabar - não podemos precisar!

Um abraço.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

AULA INAUGURAL 2011

Foto: Agecom - http://www.comunicacao.ba.gov.br/fotos/2011/02/07/aula-inaugural-do-ano-letivo-da-secretaria-de-educacao

UM EVENTO EM REDE
Geraldo Seara

Idealizada por Anísio Teixeira, a Escola Parque foi palco para a Aula Inaugural do Ano Letivo de 2011, evento realizado pela Secretaria da Educação, que contou com a presença de autoridades, alunos, professores e grandes artistas. Entre os convidados destacamos a secretária da Casa Civil, Eva Chiavon; o secretário da Educação, o professor Osvaldo Barreto; o secretário do Planejamento, Zezeu Ribeiro; o secretário da Segurança Pública, Maurício Teles Barbosa; o secretário da Cultura, Antônio Albino Rubim; a reitora da UFBA, Dora Leal Rosa; o Reitor da UNEB, Lourivaldo Valetim; o diretor do IRDEB, Pola Ribeiro, o professor Jorge Portugal e o professor e maestro Paulo Costa Lima, que ministrou aula com o tema Cultura como Criação.

O governador Jaques Wagner, em viagem no dia do evento, deixou mensagem gravada em vídeo na qual mencionou a escola como sendo a "alma da educação" e destacou a importância da participação de alunos, professores e funcionários no processo educativo. Em suas palavras, o objetivo é fazer da terra de Anísio Teixeira, criador desse modelo de escola tão interessante como é a Escola Parque, fazer dessa terra, uma terra onde, efetivamente, a educação esteja como prioridade de governo. Não é fácil e não é rápido, mas nós temos que ter a convicção de que temos um planejamento, sabemos onde queremos chegar; vamos ampliar investimentos na área de educação e, pra isso tudo, eu quero contar, também, com aquilo que é mais importante em educação: a participação de alunos, professores, funcionários de educução. Vocês é que, na verdade - e não a parede da sala de aula -, fazem a qualidade de educação na Bahia. [...] Daí a nossa bandeira Todos pela Educação.

O evento, que foi transmitido ao vivo pela TVE, tendo o suporte da Prodeb para conexão com as redes sociais - Orkut, Facebook e Twitter -, foi apresentado pelo ator Caco Monteiro. Na abertura, foi exibido um vídeo da TV Anísio Teixeira, que faz parte da série Campanha de Valorização dos Educadores. A seguir, o professor Osvaldo Barreto falou de Educação e de sua trajetória na escola pública. "Eu sou filho da escola pública. Eu devo tudo o que sou, na vida, à escola pública", disse o professor, com muito orgulho.

Outro destaque, na abertura, ficou com Tatau, que cantou o nosso Hino ao Dois de Julho, acompanhado da Orquestra Dois de Julho, regida pelo maestro Yuri Azevedo, com arranjos do maestro Fred Dantas. Margareth Menezes e Moraes Moreira também estiveram presentes. Confira tudo aqui, ou no site da Secretaria de Educação.


PARTE 01:


PARTE 02:


PARTE 03:


PARTE 04:


Vídeos publicados originalmente em www.educacao.ba.gov.br/node/2124
 
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